Eltham Palace, diferentes estilos compondo um lugar singular

Por The London Ginger (To read this post in English, click here)
Eltham Palace

No meio de uma pesquisa quando encontrei o Eltham Palace a descrição do lugar me deixou super intrigada, um palácio com combinações de estilos diferentes, que vão do medieval à Art Decô. Esse lugar definitivamente superou minhas respectivas e se tornou um dos meus palácios favoritos.

Quando visitar o Eltham Palace, não deixe de usar o audio guide – o melhor que já ouvi no mundo inteiro. Ele te conta a história do palácio como se você fosse o convidado de uma das grandes festas que aconteceram por lá.

Agora vou contar um pouco de sua história e de seus famosos residentes.

Pouco depois de sua vitória na Batalha de Hastings, Guilherme I (o Conquistador), o primeiro Rei da Inglaterra com origem da Normandia, ordenou em 1086 o que ficou conhecido como o “Doomsday Survey” – que foi um levantamento de toda a Inglaterra (similar ao atual censo). Na época, o Eltham Palace foi registrado como pertencendo a Odo, Bispo de Bayeux e meio irmão do Guilherme I.

Em pouco tempo, Odo perdeu a posse do palácio, e ele passou por muitos donos ao longo dos anos, até que foi adquirido pelo Bispo Antônio Bek. É dito que ele foi o responsável por algumas das mudanças e construções mais elaboradas realizadas no palácio.

Uma série de reis, rainhas, princesas e príncipes – incluindo Ricardo II, Henrique IV, Eduardo IV teriam feito de Eltham Palace sua residência. Mas um dos residentes mais famosos foi Henrique VII e seu filho e sucessor, Henrique VIII. Henrique VIII (r. 1509-47) passou grande parte de sua infância no Eltham Palace, e quando foi coroado rei, realizou muitas mudanças e reformas foram feitas no palácio. E um dos momentos históricos marcantes desse palácio foi a posse do Cardinal Wolsley, que aconteceu na capela de Eltham.

A Rainha Elizabete I (r. 1558-1603) visitou Eltham apenas algumas vezes. Jaime I (r. 1603-25) achava que o palácio estava em decadência e requisitou que reformas fossem feitas. E finalmente, Carlos I (r.1625-49) foi o último rei a visitar Eltham Palace.

A Guerra Civil inglesa destruir grande parte da propriedade, e por anos ele foi completamente abandonado. O que hoje é conhecido como o Grande Salão (“Great Hall”) foi por um tempo usado como celeiro.

Foi apenas em 1933 que Stephen e Virgínia Courtauld adquiriram uma concessão de 99 anos da realeza inglesa (que havia adquirido o patrimônio de volta após o retorno de Carlos II ao trono depois da Guerra Civil). Os novos donos contrataram dois arquitetos renomados – Seely e Paget – para criarem um desenho moderno ao palácio, e ao mesmo tempo manterem o que fosse possível da construção original.

Eltham palace
Eltham Palace
Eltham palace

E assim nasce o atual Eltham Palace como pode ser visitado – com uma combinação da estática contemporânea da época (Art Deco), o Grande Salão medieval e algumas das mais altas tecnologias da época, incluindo aspirador, campainhas para chamar os funcionários, lareiras que acendiam com eletricidade, e muitas outras. Enfim, tecnologias que hoje não damos muito valor por serem rotineiras.

O casal se mudou para o palácio em 1936, e viveram lá até o ano de 1945 – que foi o ano em que cancelaram a concessão. A Segunda Grande Guerra deixou a casa com poucos funcionários, e após ter sofrida muita destruição, somado a perda do sobrinho da Virgínia (que morreu em combate), eles optaram por deixar a casa.

No entanto, o tempo em que viveram em Eltham foi extravagante. Festas com bandas de jazz tocando no Grande Salão, convidados importantes para jantares e estadias (todos tratados com as maiores regalias em quartos luxuosos, óleos de banho e muito mais). E apesar de terem personalidades diferentes, aonde histórias dizem que Stephen chegava a passar jantares inteiros sem dizer uma palavra, enquanto Virgínia entretia seus convidados até altas horas, a vida em Eltham era incrível. Sem falar em todos os animais de estimação que tinham – inclusive o exótico lêmure chamado Mah-Jongg.

O exterior do palácio tem o formato de uma borboleta, o qual uma das “asas” conecta ao Grande Salão. Inspirado pelo Hampton Court e construído para harmonizar com o Grande Salão, Eltham tem pedras “Clipsham” e tijolos vermelhos em seu exterior.

Ao entrar, você é imediatamente recebido pelo magnífico hall de entrada. Criado pelo designer sueco Rolf Engströmer, é impossível não ficar cativado pelo domo de vidro e pela estética da sala como um todo.

Um outro exemplo da combinação de diversos estilos encontrados em Eltham, é a sala de jantar com design em Art Decô. As portas em preto e dourado é talvez o que mais chama atenção.

Ainda no piso térreo, você pode conhecer o Grande Salão e se sentir transportado no tempo. Outro cômodo imperdível nesse andar é o escritório e biblioteca de Stephen, aonde ele passou a maior parte de seu tempo na casa.

Eltham palace
Eltham Palace
Eltham palace
Eltham palace

Subindo ao primeiro andar, a visita continua nos quartos (incluindo o espaço do lêmure Mah-Jongg).

Seguindo no corredor é possível conhecer os diversos quartos reservados aos convidados de Eltham, todos com o estilo “cunard” que ficou famoso em cruzeiros, com os móveis embutidos. Os quartos do Stephen e Virgínia são os dois mais famosos e detalhados da casa. O quarto da Virgínia tem um design elegante, mas que também mistura diversos estilos. O que mais se destaca no seu quarto é o banheiro em Art Decô, que conta com paredes forradas a ouro e ônix, e o closet – que atualmente conta com alguns figurinos da época que as crianças podem vestir e tirar fotos.

O quarto do Stephen reflete sua personalidade – simples e ao mesmo tempo sofisticado. E, ao contrário da Virgínia, ele optou por não ter um telefone no quarto para que não fosse perturbado – enquanto a Virgínia fazia bom uso da tecnologia.

Eltham palace
Eltham Palace
Eltham palace
Eltham palace

Na parte interior da casa, a última parte imperdível é o subsolo. O valor histórico desse porão é inestimável. É uma oportunidade única de ser transportado ao bunker improvisado pela família (e amigos que vinham pra ficar) para se protegerem contra os ataques a bomba durante a Segunda Grande Guerra.

Para finalizar a visita, os jardins também fornecem uma caminhada pela história. Construído com diferentes níveis, é possível encontrar plantas que foram plantadas enquanto a família estava lá, e ao mesmo tempo caminhar às margens do fosso e partes da construção que estavam lá durante o reinado dos Tudors.

Eltham Palace permite que você viaje por tempos e estilos diferentes. Sem falar na vista incrível que tem de Londres, e a sensação de uma casa no campo tão perto do centro da cidade (localizado na zona 3 do transporte público de Londres).

Durante a visita, como mencionei no começo, é possível usar um sistema de áudio/vídeo interativo (gratuito). Uma das primeiras partes da visita te leva a um dos quartos com um breve vídeo de introdução de Eltham – inteiramente feito em primeira pessoa.

E antes de fazer sua visita, não deixe de consultar a agenda de abertura de Eltham. Ele fica aberto ao público em diferentes horários ao longo do ano, então recomendo consultar pra não perder a viagem.

Eltham palace
Eltham Palace
Eltham palace

Não deixe de consultar preços e horários aqui.

(Fotos por Fernando BA Photography)

Como cuido do meu cabelo?

Por The London Ginger (To read this post in English, click here)
Raquel Sol

Cuidar de cabelo com coloração da trabalho?

Eu acredito que cada cabelo precisa de cuidados especiais para suas condições, mas também acredito que uma boa rotina e disciplina de cuidados diários e semanais já faz toda a diferença.
Não posso dizer que dá muito trabalho, mas posso dizer que dou uma atenção especial para manter meu cabelo saudável e bem cuidado.

Meu cabelo é tingido como contei para vocês nesse post aqui e para manter a saúde, a cor e o brilho do cabelo estabeleci alguns cuidados e produtos que me dão um ótimo resultado.

Acho que o cuidado mesmo tem que sempre pensar na saúde dos fios e do couro cabeludo, então mesmo com cabelos tingidos eu tenho costume de usar um shampoo de limpeza profunda ou antiresiduos uma vez por mês, as vezes deixo para aquela ultima lavada antes de pintar, e quando acho necessário uso mais de uma vez por mês, isso vai depender se seu cabelo despigmenta muito a cada lavagem, que não é o meu caso. Acho importante limpar bem o cabelo, principalmente se você utiliza muitos produtos finalizadores. Eu também gosto de usar um esfoliante capilar para cuidar também do couro cabeludo, esse é um truque que eu aprendi e fez a maior diferença na saúde dos fios e do couro cabeludo, pro assimilate como a pele o court cabeludo também precisa de cuidados. Se seu cabelo não se dá muito bem com shampoo de limpeza profunda pode substituir por um com o ph neutro, is so já ajuda.

A minha rotina semanal de cuidados é: faço a primeira lavagem no cabelo com um shampoo para cabelos tingidos e a segunda lavagem posso repetir o processo ou usar um outro shampoo mais hidratante, ou para dar volume, ou para a finalidade que estou querendo.
Uma dica que muita gente já sabe, mas nem sempre faz é diluir o shampoo em agua antes de colocar no cabelo, isso realmente faz uma boa diferença pois não acumula resíduos do shampoo em excesso.

Eu não lavo muitas vezes o cabelo por semana, meu cabelo não é oleoso e me permite um tempo entre uma lavagem e outra e sempre que preciso faço uso do shampoo seco que é me ajuda a esperar um pouco mais antes de lavar.
Depois de lavar eu sempre retiro o excesso de água e aplico máscara uma vez por semana, sinto que meu cabelo responde bem a essa rotina, e depois de deixar a máscara agindo por 10 minutos eu enxago e aplico o condicionador. Aprendi uma vez com um cabeleireiro super bacana que a ordem era essa shampoo, máscara e condicionador, funciona super bem no meu cabelo e o condicioador fecha as cuticulas que estão hidratadas depois da máscara. E tento fazer tudo isso com a água de normal para fria, que é melhor para a saúde dos fios e do couro cabeludo.

Uma nova linha de produtos que tenho adotado são os condicionadores coloridos, após o shampoo ou após a máscara de tratamento aplico o produto e deixo agir por alguns minutos, ele dá uma reavivada na cor do cabelo, além de condicionar o cabelo.

Depois de lavados eu sempre aplico um protetor da cor, um óleo e/ou um leave in depende da situação do cabelo, mas faço nessa ordem. Enquanto o protetor da cor eu espirro em todos os fios o óleo e o leave in eu aplico pouco e apenas no comprimento e especialmente pontas.

Se vou secar o cabelo eu aplico um protetor termal caso o leave in ou o protetor de cor não tenham já essa função. E um jato de água termal antes da escova ou do babyliss que ajuda a dar brilho.
E se vou usar o secador tento manter a temperatura morna ou fria, para que os fios não sofram tanto, afinal uso babyliss de vez em quando e tento sempre equacionar o calor para não prejudicar a saúde dos fios, mesmo usando o protetor térmico.

Ufa… agora acabou?

Parece muito e complicado, mas uma vez que isso vira rotina você consegue saber quanto tempo leva e adotar o que melhor funcionar para o seu tipo de cabelo, dessa maneira o cabelo está sempre saudável e bonito.
Se você não tem o tempo, a paciência ou a vontade de usar tantos produtos e tantos passos opte por produtos solucionem as necessidades do seu cabelo de maneira pratica. Existem vários produtos atualmente que reúnem mais de uma função, que pode diminuir a quantidade de passos na rotina de cuidados.

Vou deixar uma lista de produtos que são as minhas escolhas e que se tornaram meus preferidos, lembrando que sempre tenho 2 diferentes de cada item para o cabelo não acostumar, e de tempos e tempos eu troco de produtos.

Como cuido do meu cabelo e do meu ruivo? - Os Produtos
Lista de produtos:

  1. Redken Shampoo Color Extend Magnetics
  2. L’oreal Vitamino Color Shampoo
  3. Kerastase Nutritive Shampoo e Máscara
  4. SH-RD Protein Cream
  5. Maria Nila Colour Refresh Bright Copper
  6. The Beauty Box Shampoo Detox
  7. Davines Oi Oil
  8. Davines Oi All In One Milk
  9. Davines Conditioner Coloured Hair Copper
  10. Davines NaturalTech Detoxing Scrub Shampoo
  11. Moroccanoil Treatment
  12. Maria Nila Luminous Colour

3×1 – Looks diferentes com a mesma saia

Por The London Ginger (To read this post in English, click here)
Três looks, uma saia

Minha relação com a moda vem mudando bastante, principalmente desde a mudança para Londres.

Para começar o clima e a rotina querendo aqui são bem diferentes do que estava acostumada em São Paulo, então as roupas mudaram e também tem a questão de espaço, que é bem menos (falando sobre o tamanho das casas e por consequência do guarda roupa) então a melhor opção é ter um guarda roupa mais inteligente, versátil e enxuto.

Uma das maiores mudanças no meu guarda roupa é que cada vez mais procuro peças que vou usar em diferentes produções e ocasiões, por isso esse post chama 3×1 (3 looks com 1 mesma saia).

Na verdade essa saia vai render muito mais que 3 looks, mas esses 3 que fotografei ilustram a intenção de encontrar peças versáteis, que combinem bem com o guarda roupa que tem em casa.

Essa saia virou hit na internet, e eu entendo o porque. Ela é estampada, a estampa vichy é clássica, a cor escolhida ajuda na produção, o corte é assimétrico e o tamanho da saia é um dos queridinhos do momento, ou seja todas essas características tornam essa peça moderna e cool. (Claro que o preço ajuda e muito £29,90 na Zara)

Aqui estão os 3 looks que fotografei com essa saia:

O primeiro look é o que eu mais gosto, tem mistura de estampas entre a saia e a blusa, mantendo o vermelho como cor predominante e adicionei um pouco de cor nos acessórios, com a sandália e o brinco. A maquiagem é bem simples sem muita cor para não chamar mais a atenção que a roupa. Esse é o look que eu considero mais elegante, mas com um ar de modernidade. (Saia: Zara/ Blusa: Zara/ Sandália: Schultz/ Brinco: Vintage)

Três looks, uma saia
Três looks, uma saia
Três looks, uma saia
Três looks, uma saia

O segundo look é bem casual e mais básico, o tênis da uma cara diferente para a saia, bem mais despretensiosa. O lenço, óculos e o batom vermelho se juntam ao look para quebrar o básico da camiseta. (Saia: Zara/ Camiseta: H&M/ Tênis: Adidas/ Óculos de sol: Zara/ Lenço: Vintage)

Três looks, uma saia
Três looks, uma saia
Três looks, uma saia
Três looks, uma saia

O terceiro look também tem uma mistura de estampas mais discreto ( a blusa é feita com tecido de alfaiataria), mas como queria um ar mais sofisticado acrescentei alguns acessórios mais clássicos e optei por um batom rosa (pois acho que rosa e vermelho fazem uma excelente combinação) e um sapato alto que repete a paleta de cor do look. (Saia: Zara/ Blusa: Vintage/ Sapato: Schultz/ Óculos de sol: Karen Walker/ Acessórios: H.Stern e Lily and Rose by Zetterberg)

Três looks, uma saia
Três looks, uma saia
Três looks, uma saia
Três looks, uma saia

São 3 looks com ideias diferentes, para ocasiões diversas e que mostram um pouco da versatilidade que procuro numa peça.
É claro que esa é apenas uma mostra de várias outras produções que são possíveis com essa saia.
Desde que comprei essa saia já usei tantas vezes e com tantas combinações diferentes e continuarei usando (basta seguir minhas redes sociais para ver).

Três looks, uma saia
Três looks, uma saia
Uma coisa muito importante na mudança de comportamento com a moda é que ser sustentável é um exercício diário e a cada dia aprendo mais, comprar uma peça que será usada inúmeras vezes, (isso te fará comprar menos), também é uma maneira de ser sustentável.

(Fotos por Fernando BA Photography)

Folkestone, uma graciosa praia de pedras no sudeste da Inglaterra

Por The London Ginger (To read this post in English, click here)
Folkestone Beach

Nada mais gostoso que começar uma semana com uma viagem para a praia, a escolhida da vez foi Folkestone.

O motivo da viagem foi trabalho, eu e o Fernando BA (que já apareceu no blog representado por suas fotos aqui e aqui) estávamos em busca de uma praia com uma distância curta de Londres e com pedras, rochas para fazer um ensaio fotográfico, foi assim que decidimos por Folkestone.

Folkestone Beach
Folkestone Beach

Com trens saindo de Charing Cross ou King’s Cross, essa praia de pedras e mar azul fica a 1:30/2:00 do centro de Londres. Ao chegar na estação de Folkestone Central, uma caminho de 10 minutos te leva até um mirante a beira da praia.

No mirante na “Leas Road” você tem uma visão linda da praia. Nesse dia tinha um pouco de neblina, como de costume nas praias do sudeste, mas a paisagem fica linda com ou sem essa neblina.

Para chegar a praia descemos um caminho chamado “Zig Zag Pad” com pedras que formam pequenas cavernas, árvores, o próprio caminho já é uma beleza a parte.

Folkestone Beach
Folkestone Beach
Folkestone Beach
Folkestone Beach

Por ser uma segunda feira (sim, imagine começar a semana na praia com um clima maravilhoso, nada mal não é?) a praia estava vazia. A água do mar estava gelada (como de costume por aqui) mas ainda assim como o clima estava bem quente o dia estava perfeito. O mar é bem calmo, sem ondas, a praia é perfeita para quem quer relaxar e curtir um bom dia.

Na praia há um pequeno restaurante/bar para aproveitar e tomar um sorvete, um lanche e na cidade existem algumas opções de restaurantes.

Folkestone é uma cidade que une duas características bem diferentes, mas que eu adoro, para uma cidade do interior inglês (countryside como eles chamam aqui) e ao mesmo tempo é uma cidade de praia.

De um lado do mirante há a vista maravilhosa da praia, do outro uma pequena praça e um “coreto” com algumas construções bem típicas do interior da Inglaterra.

Folkestone Beach
Folkestone Beach
Folkestone Beach
Depois das fotos (logo num post aqui no blog) e um dia muito gostoso na praia voltamos para a estação de trem e um pouco antes de chegar lá encontramos um jardim chamado “Northking Garden”.
Folkestone Beach
Folkestone Beach
Folkestone Beach

Passar um dia na praia é sempre maravilhoso, dá para recarregar as energias, mas o mais especial para mim é poder conhecer mais um lugar novo, uma experiência nova, esse é um dos melhores sentimentos do mundo.Espero por mais segundas feiras assim no futuro.

Folkestone Beach
(Fotos por Fernando BA Photography)

Isabella Plantation, um jardim encantado dentro de Richmond Park

Por The London Ginger (To read this post in English, click here)
Isabella Plantation

Difícil encontrar as palavras para descrever tanta beleza. Uma jóia escondida a 30 minutos do centro de Londres.

Para chegar lá eu optei pelo trajeto que me deixaria mais próxima da entrada da Plantação (Já que o Richmond Park tem 2500 acres). Do centro de Londres você pode pegar um trem em Waterloo e descer em Putney (existem algumas opções que passam por esse destino) ou pegar a District Line (linha verde do metro) e descer na estação de Putney. De lá peguei o ônibus 85 para Kingston e desci na parada Warren Road, você estará a 15 minutos de caminhada da entrada do Jardim.

Isabella Plantation
Isabella Plantation
A época mais florida para visitar é entre abrir e maio, quando tem o “bloom” das flores.

A Plantation existe desde 1830, mas só foi aberta ao público em 1953, (encontramos árvores plantadas desde essa época).

São 40 acres de mata Victoriana (datada pela época Vitoriana) e até hoje é protegida e recebe incentivos do governo e empresas da Inglaterra.

O jardim contém diversas espécies de flores, predominantemente Azaleias, Rododendros, Camélias.

Dentro da Isabella Plantation existe uma coleção chamada “Wilson 50 Kurume Azaleas” que foi nomeada através de Ernest Wilson um colecionador de plantas que em meados dos anos 20 trouxe espécies incomuns `a Inglaterra, diretamente do Japão.

Isabella Plantation
Isabella Plantation
Isabella Plantation
Isabella Plantation
Com alguns “lagos” dentro do espaço destinado a plantação a paisagem fica ainda mais bonita, o ambiente se divide em dois visuais diferenciados, um com as flores mais coloridas e outro com plantas mais rasteiras e com a coloração lilás e brancas.

Sem dúvida esse foi um dos lugares mais lindos que já vi, a visita vale muito a pena se você se interessa por flores e jardins, ou simplesmente quer ver um visual lindo.

Se você não visitar na época da primavera a plantação estará aberta, apenas a paisagem será diferente dessas fotos, mas a cada estação o lugar tem seu próprio charme.

Isabella Plantation
Isabella Plantation
Isabella Plantation
Isabella Plantation
Isabella Plantation

Quer ver um pouco mais desse jardim encantado? Assista o vídeo abaixo e acompanhe um passeio pelo Isabella Plantation!

Vídeo realizado em parceria/apoio cultural com a Aspect +.

Harry Styles – Sign Of The Times (Review do Single)

Por Leo Melo (To read this post in English, click here)
Sign Of The Times Cover

Avaliação:  

Em 2011 eu ainda estava morando no Brasil – vivendo meus jovens 24 anos de idade, e me lembro de ver uma turma de garotos cantando uma música chamada “What Makes You Beautiful” em todo lugar que eu ia ou radio que escutava.

Tendo vivido o auge das “boy bands” durante minha adolescência (e com muito ciúmes de toda a atenção que as meninas davam para eles, não vou negar), eu pensava que esse estilo já estava em declínio. No entanto, enquanto eu escutava essa música do One Direction – uma das primeiras vezes inclusive – eu lembro de comentar que “esse garoto tem um talento incrível. De todos, ele é quem vou esperar grandes coisa”. Eu estava falando do Harry Styles.

Harry Styles recentemente lançou o primeiro single do seu disco solo que será lançado nos próximos meses – a música se chama “A Sign Of The Times”. Apesar de eu não concordar com alguns reviews que classificaram Harry como o possível “novo David Bowie”, a inspiração por trás dessa música é inegável. Mas não apenas David Bowie. A música tem elementos de Pink Floyd, The Doors e muitos outros.

É impossível negar o quanto a industria da música mudou nos últimos anos. E no entanto, é maravilhoso e incrível ver um artista jovem criando música com elementos e características que muita gente cresceu escutando e ainda aprecia muito.

Tudo que posso dizer sobre a música, e combinado com o que eu disse em 2011 – mal posso esperar pra esse album ser lançado. Definitivamente minha maior expectativa de 2017.

Disco será lançado no dia 12 de Maio – pelo selo do próprio Harry, Erskine Records.

Escute o single no Spotify:

Primavera: cerejeiras, sejam bem vindas!

Por The London Ginger (To read this post in English, click here)
Spring Greenwich Park 2017

Depois de um lindo outono e um longo inverno aqui em Londres, posso dizer que todos estão esperando pelo colorido, pelo calor e pelas flores da primavera.

Aqui a primavera é coisa séria. A cidade fica toda colorida e cheia de flores em todos os cantos, seja nas ruas, nos comércios ou nos parques (ah, os parques!), os parques ficam lindos com o verde das folhas e com uma variedade alucinante de flores.

The London Ginger - Spring Greenwich Park 2017
Mas a cada ano o que mais chama a minha atenção são as cerejeiras, em especial do Greenwich Park que fica aqui perto de casa. Semana passada as cerejeiras floriram e quando isso acontece, uau, que visual. Fui lá no parque curtir a paisagem que fica ainda mais linda e o clima que especialmente para receber as flores estava maravilhoso, muito sol, calor e praticamente nenhuma nuvem no céu.

The London Ginger - Spring Greenwich Park 2017
The London Ginger - Spring Greenwich Park 2017
As cerejeiras não duram tanto tempo. Elas florescem e logo depois já caem dos galhos, então corremos para ver e tirar fotos, (estava lá todo mundo fazendo a mesma coisa). O parque ficou lotado de pessoas e suas cameras admirando e registrando algo tão lindo.
The London Ginger - Spring Greenwich Park 2017
The London Ginger - Spring Greenwich Park 2017
Duas frases de uma das minhas escritoras favoritas: Clarice Lispector

“Sejamos como a primavera que renasce a cada dia mais bela… Exatamente porque nunca são as mesmas flores”

“O segredo destas flores fechadas é que exatamente no primeiro dia de primavera elas se abrem se dão ao mundo.”

Spoon – Hot Thoughts (Review do Album)

Por Leo Melo (To read this post in English, click here)
Spoon Hot Thoughts

Avaliação:  

Preciso confessar. Me sinto envergonhado em dizer que eu nunca escutei Spoon antes desse disco. E com isso quero dizer que até hoje não havia voluntariamente escutado um disco do Spoon. Músicas deles fizeram parte de trilha sonora de filmes como “(500) Dias Com Ela” e o remake de “Poltergeist” (especialmente eu que sou fã de filme de terror). Então sei que em algum momento já escutei músicas da banda.

Ao escutar o disco, tive um daqueles momentos agridoces que a vida nos proporciona. Por um lado me senti culpado por nunca ter escutado essa banda, pois as músicas deles são incríveis. Por outro, foi uma descoberta tão satisfatória, que eu não consegui parar de escutar tudo que já fizeram até agora. E por ser uma banda que lançou nove álbuns até agora, existe material suficiente pra curtir por dias sem fim.

Se existe algo que eu aprecio demais em bandas é a habilidade de amadurecer. Bandas que aprendem quem eles são e desafiam as próprias habilidades de composição a cada álbum, é algo maravilhoso de acompanhar. Eu acredito que esse é o caso com a banda Spoon. A cada novo lançamento ele mudam apenas o necessário para que possamos ver na primeira fila o seu progresso.

O álbum mais recente que lançaram chamado “Hot Thoughts” demonstra não apenas a maturidade da banda, mas a capacidade que tiveram de aprender e se inspirar com seus contemporâneos. É relativamente fácil perceber influências de outras bandas nesse disco. E apesar de eu não ter lido nenhuma matéria que tenha confirmado essa minha presunção, acredito que algumas referências são fáceis de reconhecer.

A primeira música do álbum recebe o mesmo nome que o disco – “Hot Thoughts”. Ela tem uma combinação de riffs das guitarras do vocalista Britt Daniels e guitarrista Rob Pope, misturadas com sinos e palmas que colaboram com o ritmo geral da música. Um começo perfeito para um álbum.

WhisperI’lllistentohearit” é provavelmente um dos títulos de música mais perfeitos que já vi. E a música não fica pra trás. Ela começa com uma sessão instrumental e vocais harmoniosos – para no meio dar uma guinada para um indie moderno. No segundo trecho, a mistura lembra bastante uma mistura entre Arctic Monkeys e Arcade Fire. A música pra mim é um paradoxo. Essa mudança parece tanto uma música diferente e ao mesmo tempo parte da música.

Do I Have To Talk You Into It” é uma música marcada por um ritmos contante da bateria, baixo e teclados de tal maneira que sua cabeça não consegue evitar balançar na batida. Não precisa mais que alguns segundos pra se apegar a essa música.

First Caress” tem uma característica que eu sou fascinado. Os backing vocais e os overdubs são gravados quase como sussurros, dando a sensação de que as vozes estão sendo cantadas ao pé do ouvido. Não tem coisa melhor que escutar essa música com um belo par de fones de ouvido.

Outra música que eu adoro no disco é “Pink Up”. Ela começa com dois minutos apenas instrumentais. Logo ela toma um rumo vocal característico de Bon Iver, como várias camadas de vozes, transformando as vozes em instrumentos melódicos.

Tear It Up” – uma pegada extremamente britânica (não esquecendo que Spoon é uma banda de Austin, no Texas). Isso é tudo que tenho a dizer. Vai ficar claro assim que escutar a música.

Shotgun” é a música mais rock’n’roll do álbum. Um riff de guitarra poderoso é acompanhado por uma marcação fixa do baixo. A música tem uma pegada de trilha sonora. Se fizessem um filme inspirado nesse disco, essa música seria a música de abertura.

Finalmente, “Us” não pode faltar nesse review. Uma música extremamente sexy e suave, com foco principal em instrumento de sopro (especialmente saxofone), com um efeito na gravação que dá a sensação de estar escutando em um auditório. No meio da música entram bateria e percussão, complementando a pegada. O fim perfeito para um álbum maravilhoso. Tão perfeito que essa música parece apenas um intervalo, dando um respiro que cria em você a vontade de começar o disco novamente.

Escute o disco no Spotify:

Como mudei para Londres com meus pets (passo-a-passo e dicas)

Por The London Ginger (To read this post in English, click here)
Sookie

Quando começamos a organizar a nossa mudança junto com nossos pets para Londres, acreditávamos que seria muito mais complicado, burocrático e difícil. Mas a verdade é que feito tudo com organização e bastante pesquisa para não deixar passar nada de importante, o trabalho não será tanto quanto parece. São etapas a serem seguidas e vou compartilhar nesse post a nossa experiência.

Nossa familia é formada por 2 cachorros, 5 gatos (todos resgatados/adotados) e dois humanos. Esse número assusta e é motivo para que as pessoas me digam frases como: “você é louca”, “como assim trouxe eles do Brasil?”, “deve dar um trabalhão”. E no dia a dia eles não dão tanto trabalho não, nossa rotina é tanto cheia de amor, risadas, diversão que o trabalho é bem menor que tudo isso. Não imagino minha vida sem os pets.

Mas vamos falar dos trâmites e organização para a mudança.

Em primeiro lugar é preciso verificar para qual lugar pretende levar seu pet, as leis de cada lugar são diferentes e os requisitos também. Aqui vou falar sobre Londres UK.

Até 2012, em Londres, existia uma “quarentena” que durava de 60 a 90 dias onde o pet ficava num “abrigo” (local destinado a esses pets que chegavam em Londres) e você era responsável pelos gastos, etc. Apenas depois desse período de tempo recebia a liberação para levar o pet para casa. Mas isso mudou e agora não é mais dessa maneira. (ainda bem, porque isso parece muito ruim.)

A “quarentena” agora é o período que vai da data da colheita do exame de sorologia, até a data que sai o laudo permitindo a viagem do pet (esse período dura 90 dias). Vou explicar sobre esse exame mais adiante.

Definido o lugar da mudança e verificada as leis e regras é hora de começar a preparar os requisitos. Eu aconselho 6 meses para poder organizar todas as coisas com calma, mas há como fazer em menos tempo, depende da urgência de cada um.

Quais são os passos na preparação dos pets?

  1.  Microchip – o pet deverá ser microchipado (guardar o documento com o número do microchip porque será necessário apresentar juntamente com os outros documentos);
  2. Vacinação – V10 cachorros/ V8 gatos e anti-rábica;
  3. Exame de sorologia – um mês após a vacinação fazer um exame de sangue, que será levado para a Zoonose ou CCZ da sua cidade para gerar o laudo após 90 dias que permitirá a viagem do pet caso o exame não aponte nada irregular. Caso alguma irregularidade seja encontrada, o pet deve ser tratado e o exame refeito.;
  4. Atestado de saúde do pet – feito pelo veterinário atestando a saúde do pet.

Essa é a parte burocrática referente ao pet, agora vou falar sobre a passagem aérea, transporte e despachante.

Para outros países da UE (União Européia) não é necessário um despachante para cuidar da saída e entrada do pet, mas para o Reino Unido, Londres, é obrigatório.

Esse é um gasto a mais, até fizemos a pesquisa e cotação para ir para outro lugar e depois ir de carro para Londres, mas todas as possibilidades que pensamos custariam o mesmo valor ou algo muito parecido, então preferimos fazer da melhor maneira para nós, que foi contratar o despachante.

Optamos por usar o serviço da MM Cargo Logistics. Pesquisei várias outras no Brasil, mas eles tiveram as melhores recomendações e o melhor atendimento para tirar minhas dúvidas e preocupações. Foi essa empresa então que me indicou um despachante em Londres que já era um parceiro de trabalho deles – a JCS Livestock.

Minha experiência com a empresa foi excelente, durante toda a viagem (da hora que buscaram os pets em casa no Brasil, até a chegada dos pets na nossa casa em Londres) eles me mantiveram informada sobre cada etapa da viagem com mensagem e até fotos dos pets antes de embarcarem eles me enviaram. Isso me deixou muito mais tranquila.

Outro ponto crucial da minha pesquisa foi sobre as companhias aéreas. Depois de muito ler e conversar com as companhias só me sentia segura em fazer essa viagem pela Lufthansa ou pela KLM. Fechamos com a Lufthansa.

A passagem aérea é cobrada pelo tamanho da caixa de transporte que o pet vai. Eu dividi os pets nas caixas e alguns foram em duplas e outros sozinhos. O valor (por caixa e não por pet) ficava entre 200 e 300 Euros (esse valor varia de companhias).

A caixa de transporte precisa caber o pet, ele tem que poder dar uma volta nele mesmo (Espaço suficiente para se mover). Se o pet mais a caixa de transporte pesar até 9kg (aprox. 20lb) você poderá transportar no avião na cabina com você (isso vale para alguns destinos, Londres não era o caso), pesando mais que 9kg o pet vai viajar no bagageiro.

Mas não se assustem, ao contrario do que algumas pessoas pensam, o espaço para a viagem dos pets é climatizado e preparado para esse tipo de transportes, animais de grandes portes como cavalos, tigres etc, também fazem esse tipo de viagem nesses aviões.

No momento que for comprar a passagem, você já irá reservar o lugar para a viagem do seu pet, porque o número de pets é limitado para cada vôo.

A escolha das caixas de transporte também é importante, elas precisam ter algumas especificações adequadas, determinadas pela Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA). Eu optei pela marca Pet Mate, mas existem uma variedade de marcas diferentes. Se você tem alguém que pode comprar no exterior e levar para você será muito mais em conta, porque realmente o valor dessas caixas no Brasil é muito maior que nos EUA ou Europa.

Para a viagem preparamos as caixas de transporte com jornal, tapete absorvente e um cobertor que os pets já usavam para dormir em casa, assim o cheiro seria algo familiar a eles, o que ajuda para que fiquem mais calmos. Colocamos um pouco de ração num saco plástico a pedido da empresa que iria despachá-los.

Ao chegar em Frankfurt (o vôo era com escala), os pets foram alimentados, colocaram água em cada uma das caixas de transporte, e um veterinário viu os pets para verificar se estavam todos bem.

Eu despachei os pets do Brasil e o Leo que já estava em Londres recebeu eles por lá. Nossa experiência foi muito positiva, os pets saíram e chegaram muito bem, sem nenhum sinal de trauma ou comportamento estranho, nós junto dos veterinários que nos auxiliaram optamos por não dar nenhum tipo de medicamento para os pets. Estávamos preocupados que açodassem durante a viagem, já que não existe sedação que durasse todo o trajeto (lembrando que isso se trata da nossa experiência e opção. Cada um deve optar por fazer o que acha melhor para seu pet).

Ao chegar na nossa casa em Londres eles estavam bem, já foram reconhecer o novo espaço da nova casa, comeram, beberem agua e seguem muito bem até hoje.

Não vou mentir e dizer que não ficamos com medo, preocupados, afinal era a primeira vez que passávamos por uma situação dessas, mas era só o medo do desconhecido.

Dover, praia de pedra e o castelo que recebe o nome de “a chave da Inglaterra”

Por The London Ginger (To read this post in English, click here)
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Esse é mais um passeio que pode ser feito ida e volta no mesmo dia (bate e volta) partindo de Londres, ou até curtir um final de semana inteiro em Dover. Cidade de praia de pedra no Leste da Inglaterra, uma de suas principais atrações é o Dover Castle, que também recebe o nome de “Chave da Inglaterra”.

A viagem para Dover leva aproximadamente 1h30 e pode ser feita com um trem direto saindo da estação de Charing Cross, o trem vai para Dover Priory que é a estação final (veja preços e horários no site da Southeastern Railway). Quando fui uma parte do percurso estava em obras, então desci e Folkestone e peguei um ônibus que a própria empresa de trem disponibiliza para Dover.

Ao chegar em Dover minha primeira parada foi no Dover Castle, da estação de trem para o castelo gastamos 30 minutos de caminhada. O caminho é bem sinalizado e quando chega no castelo a vista é maravilhosa.

O Castelo de Dover é medieval do século 12 e foi a morada de Henrique II, e leva o nome de “Chave da Inglaterra” pela sua importância na defesa do país ao longo da história, ele também é considerado o maior castelo da Inglaterra.

O Castelo passou por reformas e a mais significante foi realizada durante o reinado de Henrique II, determinando a forma do Castelo que conhecemos até hoje. É possível visitar dentro da “Great Tower” as réplicas dos quartos do Rei e Rainha, além de conhecer os túneis secretos de guerra.

Junto do castelo também é possível visitar um antigo Farol da época Romana datado de 43 d.C., além do mirante usado durante as guerras como base militar e observatório, e o museu da guerra que fica dentro dos cliffs – vale a visita.

Dover é reconhecida pelos “White Cliffs” que na tradução livre seria Paredes Brancas, são rochas brancas de calcário que ficam na costa.

É uma cidade portuária, com uma grande quantidade de navios chegando e saindo todos os dias, inclusive navios de carga, mas ainda sim é uma cidade pequena e calma. Essas cidades da costa leste que pude conhecer tem uma peculiaridade muito bacana que percebi, são cidades praianas, mas também mantêm um estilo de interior inglês.

Depois de passear pelo castelo, fomos fazer um passeio na beira da praia, o dia estava frio, mas o sol apareceu e o clima ficou bem gostoso. Na orla da praia tem alguns restaurantes, pubs e hotéis e em uma das pontas da praia encontramos uma marina muito charmosa e um lugar para a prática de esportes aquáticos.

Com certeza voltarei mais vezes para Dover, a paisagem é linda e o passeio surpreendeu.

Quer conhecer um pouco mais e ver as paisagens lindas desse destino? Assista o vídeo abaixo e acompanhe o dia desse delicioso passeio por Dover com direito até a sol brilhando.